Encerrar abruptamente as janelas abertas não poupa bateria do telefone – pelo contrário, podes até fazer com que o aparelho consuma mais energia. Encerrar simultaneamente os aplicativos abertos no celular podes ser, pra alguns, até interessante. Como num passe de mágica, fazemos sumir tudo. Ao inverso do que muita gente pensa, entretanto, isso não socorro a economizar bateria nem deixa o aparelho rapidamente.
Na maioria dos iPhones, basta clicar duas vezes no botão home, até que as janelas dos aplicativos apareçam empilhadas, e depois deslizar com o dedo para cima pra fechar cada app. No Android, você clica no botão “multitarefas”, normalmente o terceiro dos botões virtuais no pé da tela, em maneira de quadradinho – e bem como pode deslizar em qualquer um pros lados para fechar.
Mas, segundo engenheiros da Apple e da Android, fechar os aplicativos abertos em segundo plano de uma vez só pode até amparar a consumir mais energia. O vice-presidente de engenharia da Android – um dos membros fundadores da equipe do Android no Google -, Hiroshi Lockheimer, disse no Twitter há algum tempo que isto “podes até piorar as coisas”. Isso em razão de tentar enganar o algoritmo que gerencia o aparelho, desenhado pra otimizar o exercício de energia, poderá desacelerar o sistema. É, segundo ele, melhor deixá-lo agir por conta própria.
O diretor-executivo da Apple, Tim Cook, considerou que aplicativos que estão em segundo plano não comprometem de nenhuma maneira a bateria do iPhone. Desta maneira, não faz significado encerrá-los repentinamente. Mas qual é a lógica dessa afirmação? Diferentemente do muita gente pensa, esses aplicativos não consomem a bateria. Manter suspenso o sistema operacional, seja iOS ou Android, permite que você os continue exatamente como os deixou quando os estava utilizando. Se o aplicativo é encerrado à força, vai impor o sistema a reiniciar o procedimento caso o app seja aberto de novo, consumindo o dobro de energia desnecessário.
Para especialistas o que justifica encerrar um aplicativo de repente é em caso de falha inesperada no sistema ou vírus. Se não for o caso, é melhor deixar o software do celular atuar por conta própria. Os algoritmos dos celulares são fabricados para gerir de modo eficiente a memória do aparelho. O funcionamento dos aparelhos tem a visualizar com as funções multitarefa. No caso do iOS, há cinco possíveis estados para um aplicativo, escreveu o jornalista especialista em tecnologia David Pierce pela revista Wired. O Android dá certo de forma muito parecida.
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Isso acontece graças aos algoritmos, explica o jornalista David Pierce. Segundo ele, o sistema sabe quais aplicativos que devem ser fechados, geralmente são aqueles que não foram usados por um tempo ou estão usando mais bateria ou memória do que deveriam. Esses algoritmos “sabem muito bem no momento em que você vai precisar de mais dados ou quando é necessário reiniciar um aplicativo”.
Especialistas orientam que suprimir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluetooth são maneiras mais garantidos de economizar bateria e otimizar o emprego do aparelho. Outra estratégia é desativar o uso de fatos ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos assim como assistência – esse último também ajuda a conservar a privacidade.
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