O Que Você Pensa Sobre o assunto? 1

O Que Você Pensa Sobre o assunto?

É verdade: cinema é fantasia, cinema é imaginação. Mas é um problema no momento em que um vídeo se apropria da ciência, utilizando ela como ponto central no roteiro, e troca os pés pelas mãos. Causando urticária a chatos como eu (e Neil de Grasse Tyson), contudo bem como prestando um desserviço ao respeitável público, que só ouve discursar de melhoria e wormholes diante da tela, enorme ou pequena.

Nesta listagem, Star Wars é café com leite. É um mundo no qual existem fantasmas, ursinhos de pelúcia falantes e mágica (o que mais seria a força?). E naves fazem “whoosh” no espaço, lasers se movem como balas com traçante, uma pessoa pode acelerar até a velocidade da iluminação em dois segundos sem virar patê e… Enfim, ia transportar um postagem inteiro. Os fãs que me desculpem, contudo Star Wars está para a ficção científica como a República Popular Democrática da Coreia – a Coreia do Norte – está pra democracia. Toda a série se baseia pela ideia que as máquinas escravizaram as pessoas pra puxar energia delas.

O caso é que gente consome, não produz, energia. E isso vale para qualquer ser vivo, mesmo as plantas, cuja energia vem do Sol. E boa fração do que consumimos não vai pra coisas que poderiam gerar energia, como o calor ou os músculos. Só o cérebro gasta 20% do que entra pra analisar se a Ponte Preta é melhor que o Inter de Limeira. Se as pessoas ficassem pedalando o dia inteiro (como por esse capítulo de Black Mirror) elas produziriam muito menos do que estão gastando. Se as máquinas simplesmente tacassem fogo no que almeja que possa ser a meleca com que alimentam as pessoas, conseguiriam gerar bem mais, sem o inconveniente de montar um Keanu Reeves.

  • Castseg Distribuidora detém empreendimentos de R$9.990,00 com regresso em 33 meses
  • Transforme a tecnologia de uma distração em uma ferramenta proveitoso
  • X grandes erros que tem acabado (com isso)
  • Qual valor total de investimento será imprescindível
  • Correção de fatos incompletos, imprecisos ou desatualizados
  • LIVROS – Até 3 autores
  • Pulseira Digital Active Slim, Atrio, R$ 180,90
  • sete perfis de mães e pais de crianças autistas pra seguir no Instagram

Gente morta não se mexe (dã). Mesmo se algum tipo milagroso de vírus devolvesse a existência (desvida?) a elas, isto ainda seria impensável. Horas após a morte, os músculos travam norigor mortis, causado pela inexistência do ATP, o combustível das células. Sem ele, eles não conseguem relaxar. O corpo só podes ser movido de novo dias depois, no momento em que a decomposição simplesmente quebra as fibras dos músculos. Zumbis, deste jeito, seriam mais moles que o arroz da Tia Clélia. Tem mais. Por que os urubus ignoram os zumbis?

Mesmo sem os urubus, depois de um ano, só resta a caveira – que também se decompõe um dia. Então, de onde vêm as centenas de corpos novas, no momento em que sobrou meia dúzia de desesperados no mundo (cada vez que alguém tropeça num galho, é um a menos)? Ou nos velhos clássicos, nos quais centenas de corpos recentes brotam de um cemitério.

Esse tem que apresentações. No desastre de bilheteria que afundo a carreira de Kevin Costner, o aquecimento global derreteu as calotas polares e todo mundo virou um oceano. Outra: Costner desenvolve guelras como uma adaptação. Existe uma explicação porque as baleias e golfinhos estão aí há dezenas de milhões de anos e não reinventaram as guelras.