Teve Alguma Interferência De Artista Estrangeiro? 1

Teve Alguma Interferência De Artista Estrangeiro?

Teve Alguma Interferência De Artista Estrangeiro? 2

Teve Alguma Ação De Artista Estrangeiro?


Muito antes de ser finalista do “The Voice” e interpretar a Luzia de “Velho Chico”, a paraibana Lucy Alves já tinha muita rua como cantora e instrumentista. Sua carreira começou ainda moça, no momento em que entendeu violino e participou como solista da Orquestra Sinfônica da Paraíba e da Orquestra de Câmara de João Pessoa.


Mas foi com a sanfona, teu instrumento preferido, que ela, aos 16 anos, começou a tomar porção no grupo Clã Brasil, formado por causa de seus pais, 3 irmãs e mais 2 filhos de um conhecido da família. Além de ter feito vários shows, Lucy gravou com o grupo 8 álbuns e 2 DVDs.


Com o último disco, “No Forró do Seu Rosil”, o Clã Brasil foi indicado, em 2016, ao Grammy Latino na ordem Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras. Lucy está testando, prontamente, a mistura de música eletrônica com forró em “Caçadora”, música recém-lançada, que revela um lado mais sensual da artista, numa letra que fala de mulheres livres e acordadas. Ao invés nesta página estilos, Lucy abre escolhas, com autenticidade e energia.



  1. Silvio S Nascimento

  2. Guitarra é o aparelho mais completo do mundo

  3. 34 “Fantástico e legítimo”

  4. Modificação de acorde – 3,3%

  5. Acordes com Sétima

  6. Fonte: https://freesound.org/people/galloway06wells/
  7. 3 Passo 2 – Nomes e sinais dos dedos

  8. Saiba a postura correta

  9. 11 (62) “Cobra Formada”



1 Lucy, você estudou violino clássico e chegou a tocar nas orquestras sinfônicas da Paraíba e do Recife. Nunca pensou em acompanhar a carreira de violinista? “Sempre amei do violino, porém não sentia a mesma eletricidade que senti ao tocar baixo, bandolim ou sanfona.


A experiência pela orquestra foi muito relevante pro meu olhar pra música de câmara, para comprar mais respeito pelos naipes, para ter obediência e ter respeito pela música. Tive uma maestrina em minha existência que considero minha mãe musical, a argentina Norma Romano. Dona Norma, e também pilotar o trabalho com as orquestras na Paraíba, a todo o momento me incentivou a me aventurar por outros instrumentos, como charango e harpa.


Até harpa toquei clique neste link ! Ela é um modelo de mulher. recurso para este artigo , musical e de muito pulso e potência. Eu levei isso com finalidade de minha existência de instrumentista. Dona Norma tinha uma vitalidade excelente! O violino é mais uma cor de minha aquarela”. Com tua família, você participou do Clã Brasil, grupo ligado à música do Nordeste.


A cultura pop não fez divisão da tua juventude? curso de violão online completo https://tocandocomestilo.com/curso-de-violao-online-completo/ alguma interferência de artista estrangeiro? “A música a todo o momento esteve presente pela minha residência, não só a de É Hora Do Ensaio? , entretanto a música brasileira em geral, mesmo. Choro, bolero, samba, MPB e bem como o forró com influências de Luis Gonzaga, Jackson, Dominguinhos, Jacó do Bandolim. Os compromissos com a música não atrapalharam sua infância e adolescência?


“Minha infância e adolescência foram permeadas na música, sim. Tive contato com brinquedos, brincadeiras, família, e foi excelente ter tudo isso ao mesmo tempo. A toda a hora perto e misturado. Pelo contrário, a música sempre me levava pra tribos diferentes, me apresentava a novos amigos pelo caminho…ela só agrega. Eu era bem traquininha! Uma curumim que vivia correndo, subindo em árvore, e no primário mexia com todos os colegas!


Ao mesmo tempo, convivi muito com pessoas mais velhas, visto que imediatamente tocava bem como e gostava de frequentar as rodas de choro da cidade, acompanhada de meu pai. Os amigos de meu pai assim como tocavam e eu gostava de seguir. Considero minha infância e adolescência bem normais”.